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Enviados em Dez/2011 |
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Reformatado por Lenya Terra |
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Reformatado por Lenya Terra |
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Um Sonho... Ou Nada!... ... e volto à ingenuidade E vejo-te apostada Mas quase, pode ser caminho Que te afasta de mim, O tempo não me tráz
nada de novo, Sinto o vazio da verdade, Mas nela crio o caminho Antecipo-te tentada E nesse pouco me instalo, O tempo, o povo, a minha ingenuidade, Afasto-me de ti 03-04-2004 (15.00)
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A Rua Amarela Luz!... Jesus!... Sobe pelo dia, Que , Não se vê o
final, 23-11-2003 |
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Rio Nocturno Alinham-se à minha frente, no céu, Vénus
e a Lua, Alinham-se na minha mente (e talvez
também na tua), Acende-se o desejo que me queima como brasa... No escuro quarto onde habita a eterna
solidão do meu sentir, E sinto, no silêncio que a interminável
noite me consente, Desenham-se então à minha frente (ou desenhar-se-ão
na minha mente?) Invade a minha casa uma luz a escorrer-te
p’la pele nua... E
acendo, na eterna solidão do meu sentir, imagens incoerentes
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Não
sei
Com que palavras o exacerbas, c’o tempero aveludado dessa
voz!... Solto um novelo de letras com que tento a coerência dum
discurso Surpreendo-me c’o tempero aveludado da coerência dum
discurso, De que novelo me sacudo impregnado da absurda noção
de estarmos sós?... Não escutei a inebriante inquietação
do inesperado cerco!...
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Príncipe do Nada 17-06-2006 (18.43)
Triste príncipe do nada, Desmantela-se em farrapos E com nada se confunde...
Ser humano em derrocada, Esburacado como trapos, Transparente... Que se afunde!...
Não tem lágrimas nem face, Nem sorriso nem olhar, Nem tristeza ou alegria...
Espera que a vida lhe passe, Letal vício a enfrentar Por todos com apatia!...
De si perdido e do mundo, E por tal mundo esquecido, História de si mal contada,
É num discurso profundo, Por sarado, enaltecido, Triste príncipe do nada!...
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Do
Que Não Sinto Já
não sei que dizer do que não sinto, E
ao dizer o que digo eu pressinto Encho-me
o não sentir de vinho tinto, Onde
em cada sentir me sinto em perigo...
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Mistérios Não sei
em que maré se esconde a Lua, Não sei
que luz estonteia a minha rua, Não sei
por que me escondo do que sinto Porém,
sei tenebroso este mistério
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Carência
14-04-2006 (03.08) |
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30-04-2005 (01.34) |
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O Amor do Poeta
29-11-2005 (20.00) |
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27/28-02-2006
(01.35) |