ACADEMIA DE LETRAS E ARTES LUSÓFONAS – ACLAL

dos oito Países de Língua Portuguesa, na nossa Terra.

 

À Assembleia-geral da Academia de Letras e Artes Lusófonas – ACLAL compareceram e fizeram-se representar 221 membros fundadores; dentre as muitas centenas, dos oito Países Lusófonos.

Pelas 15 horas de sábado, 03 de Outubro corrente, viam-se chegar veículos atrás de veículos, transportando pessoas que vinham do Algarve, de Lisboa, Cartaxo, Alcanena, Tomar, Leiria, Coimbra, Aveiro, Porto, Braga, Guimarães e doutras Vilas e Cidades de Portugal. Pessoas de várias raças, rostos conhecidos dos meios da Cultura, mormente das Letras e das Artes, entravam no Auditório José Vasconcelos, no Parque do Museu Maria da Fontinha – em Além do Rio, Gafanhão – para discutirem e decidirem sobre o Regulamento Interno da Academia e elegerem os Corpos Sociais que no próximo triénio dirigirão os destinos da mesma, após o que haverá mudança da sede social para o Brasil, seguindo-se Angola e os demais Países Lusófonos, por ordem alfabética.

Algumas notas que foram expressas, no momento, dão-nos ideia do que as pessoas sentiam:

 
 
 
 
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